domingo, 11 de julho de 2010
Espanha: Campeã do Mundo!!!
A Espanha conquista pela primeira vez a Copa do Mundo! Após um jogo técnico e pegado com a Holanda, com um gol já no segundo tempo da prorrogação, Iker Cassillas, o goleiro gatinho madrilenho e capitão da seleção espanhola ergue o troféu da conquista sob uma chuva dourada.
Mas qual a história dessa seleção, que foi tão longe dessa vez?
A seleção espanhola foi fundada em 1909, chama-se Real Federação Espanhola de Futebol, e tem o simpático apelido de La Furia Roja (a fúria vermelha). Já participou de 13 Copas do Mundo e o melhor resultado até o feliz dia de hoje foi um quarto lugar. A Espanha também já sediou uma Copa do Mundo, em 1982, mas candidata-se novamente em Dezembro deste ano a sediar as próximas copas.
A história dessa Copa começou em setembro de 2009, quando a Espanha se classificou como primeira colocada do seu grupo nas eliminatórias. Estreou na Copa com uma derrota para a Suíça, mas a partir daí ganhou todos os outros jogos, desbancando a poderosa Alemanha para o terceiro lugar.
O merecidíssimo título confirma a evolução do futebol espanhol no cenário europeu dos nos últimos anos. E para quem já está com saudades da Copa do Mundo, é aguardar e acompanhar os preparativos para a Copa do Brasil em 2014...
Daqui a pouco já chegamos lá...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A tal da fila...
Depois de toda catástrofe, a natureza passa um tempo quieta e silenciosa. Depois de toda colheita, a terra precisa descansar para voltar a produzir. Depois de produzir frutos incessantemene, toda árvore semi-morre por um longo tempo, até poder vicejar na próxima primavera. Depois de seis dias ocupado com a criação, Deus descansou.
Todo processo precisa de um momento de introspecção e recolhimento.
Todo coração machucado precisa se fechar e se proteger para curar as feridas. É essa entre-safra que nos mantém aptos para amar vez após outra, pois já é sabido que o homem é também uma fonte de amor inesgotável. Todo amor exaure a alma, e alguns chegam ao fim,deixando árido um coração antes fértil e ativo.
Dor de amor tem fim, mas somente se a gente puder "congelar" a alma para se recuperar. Lembra da história "a fila anda"? Pois é, se você não tem 17 anos, não vai funcionar... Por que a gente não tem fila, a gente tem coração, sentimento, alma... A gente se doa até o fim com sonhos, esperanças, corpo, e planos, e quando tudo desmorona, merecemos paz... Merecemos restituir nossa fé nas pessoas. E merecemos voltar a admirar nossas próprias qualidades, voltar a namorar a nós mesmos antes de partir para novas aventuras.
Após um período fértil, resolvi hibernar um inverno de um ano... Um ano é tempo bastante para uma pessoa jovem e otimista reencontrar o prazer das coisas simples, dedicar-se à espiritualidade, aos próprios hobbies, aos amigos, à família, ao ir ao cinema sozinha, viajar para lugares insólitos e curar com requinte uma alma estressada.
Quero meu ano. Paz, música boa, corrida no fim do dia, uma taça de bom vinho de vez em quando, e aquele vazio que a gente sente quando não está pensando em ninguém, ou então quando não está tentando resolver nenhum complicado problema, ou quando não está empenhado em fazer nada funcionar. É um vazio gostoso.
E se a palavra vazio soa negativamente, podemos dizer que é uma página em branco.
Vire a página. Mas deixa-a em branco, até ser capaz de reescrever sua história com belas palavras e alguns sorrisos..
Todo processo precisa de um momento de introspecção e recolhimento.
Todo coração machucado precisa se fechar e se proteger para curar as feridas. É essa entre-safra que nos mantém aptos para amar vez após outra, pois já é sabido que o homem é também uma fonte de amor inesgotável. Todo amor exaure a alma, e alguns chegam ao fim,deixando árido um coração antes fértil e ativo.
Dor de amor tem fim, mas somente se a gente puder "congelar" a alma para se recuperar. Lembra da história "a fila anda"? Pois é, se você não tem 17 anos, não vai funcionar... Por que a gente não tem fila, a gente tem coração, sentimento, alma... A gente se doa até o fim com sonhos, esperanças, corpo, e planos, e quando tudo desmorona, merecemos paz... Merecemos restituir nossa fé nas pessoas. E merecemos voltar a admirar nossas próprias qualidades, voltar a namorar a nós mesmos antes de partir para novas aventuras.
Após um período fértil, resolvi hibernar um inverno de um ano... Um ano é tempo bastante para uma pessoa jovem e otimista reencontrar o prazer das coisas simples, dedicar-se à espiritualidade, aos próprios hobbies, aos amigos, à família, ao ir ao cinema sozinha, viajar para lugares insólitos e curar com requinte uma alma estressada.
Quero meu ano. Paz, música boa, corrida no fim do dia, uma taça de bom vinho de vez em quando, e aquele vazio que a gente sente quando não está pensando em ninguém, ou então quando não está tentando resolver nenhum complicado problema, ou quando não está empenhado em fazer nada funcionar. É um vazio gostoso.
E se a palavra vazio soa negativamente, podemos dizer que é uma página em branco.
Vire a página. Mas deixa-a em branco, até ser capaz de reescrever sua história com belas palavras e alguns sorrisos..
domingo, 4 de julho de 2010
Jogadores x Marias-chuteiras
Estamos em plena Copa do Mundo, e mais um escândalo envolvendo jogador de futebol pipoca na imprensa, fazendo pertinente trazer à baila um assunto já gasto: marias chuteiras x jogadores de futebol famosos.
Bruno, goleiro do Flamengo, está agora na mira de investigações pelo sumiço de uma amante, com quem ele supostamente teve um filho. O jogador já foi acusado de agressão à moça, para forçá-la a fezer um aborto. Sumida há vários dias, foi vista pela última vez na casa de campo do jogador, e denúncias anônimas dizem que uma mulher foi espancada até a morte no sitio de Bruno.
Romances entre jogadores de futebol e belas mulheres sempre acabam em disputas judiciais, escândalos e confusão. A história é clássica: o moço fica famoso e rico do dia pra noite e logo já está desfilando com alguma "modelo" em seu carrão importado. Elas procuram vida fácil, fama, dinheiro. Eles procuram sexo e notoriedade, desfilando com um pequeno troféu ao qual não tinham acesso quando eram "ninguéns". É claro que o enriquecimento repentino e a origem humilde da maioria dos jogadores prejudica o seu amadurecimento como seres humanos. É fácil encontar jogadores de futebol em noitadas e baladas regadas à whisky e cigarro (quando não, drogas), quando se imagina que um atleta deva levar uma vida saudável, de alimentação balanceada, treino e descanso.
Estamos presenciando também o conto de fadas de Alexandre Pato e Esthefanie Britto acabar em pesadelo. Jovens, famosos, bonitos e apaixonados, eles fizerem do seu casamento uma badalada festa no Copacabana Palace, e agora estão encarando uma separação litigiosa. Suposto motivo: a vida pregressa do jogador em companhia de Ronaldinho Gaúcho, de balada em balada em Milão.
O caso de Bruno choca pelo desfecho extremo de violência e crime. Um alerta para moças sem juízo que se envolvem em relacionamentos de interesse. Um alerta para jovens promissores no esporte para ter mais cuidado com sua vida pessoal e mais maturidade para lidar com a fama e o sucesso, que é efêmero. Um alerta para nossa sociedade que valoriza tanto o enriquecimento fácil e as aparências.
Bruno, goleiro do Flamengo, está agora na mira de investigações pelo sumiço de uma amante, com quem ele supostamente teve um filho. O jogador já foi acusado de agressão à moça, para forçá-la a fezer um aborto. Sumida há vários dias, foi vista pela última vez na casa de campo do jogador, e denúncias anônimas dizem que uma mulher foi espancada até a morte no sitio de Bruno.
Romances entre jogadores de futebol e belas mulheres sempre acabam em disputas judiciais, escândalos e confusão. A história é clássica: o moço fica famoso e rico do dia pra noite e logo já está desfilando com alguma "modelo" em seu carrão importado. Elas procuram vida fácil, fama, dinheiro. Eles procuram sexo e notoriedade, desfilando com um pequeno troféu ao qual não tinham acesso quando eram "ninguéns". É claro que o enriquecimento repentino e a origem humilde da maioria dos jogadores prejudica o seu amadurecimento como seres humanos. É fácil encontar jogadores de futebol em noitadas e baladas regadas à whisky e cigarro (quando não, drogas), quando se imagina que um atleta deva levar uma vida saudável, de alimentação balanceada, treino e descanso.
Estamos presenciando também o conto de fadas de Alexandre Pato e Esthefanie Britto acabar em pesadelo. Jovens, famosos, bonitos e apaixonados, eles fizerem do seu casamento uma badalada festa no Copacabana Palace, e agora estão encarando uma separação litigiosa. Suposto motivo: a vida pregressa do jogador em companhia de Ronaldinho Gaúcho, de balada em balada em Milão.
O caso de Bruno choca pelo desfecho extremo de violência e crime. Um alerta para moças sem juízo que se envolvem em relacionamentos de interesse. Um alerta para jovens promissores no esporte para ter mais cuidado com sua vida pessoal e mais maturidade para lidar com a fama e o sucesso, que é efêmero. Um alerta para nossa sociedade que valoriza tanto o enriquecimento fácil e as aparências.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Proximas viagens
Cada vez mais eu me convenço de que o homem já foi criado genial, e não veio do macaco ou de algum outro ser de intelecto inferior... Basta estudar as antigas civilizações para se dar conta disso facilmente. O homem sempre usou a cabeça para resolver complicados problemas que o cercava, e a perpetuação da nossa espécie é um exemplo disso. Sobreviver, para a raça humana, é algo que só devemos à capacidade que o homem tem de raciocinar, e ao feroz apego pela vida, que é tão característico de todos nós.
Quando entro em contato com a complexidade do conhecimento do Egito Antigo, dos Mesopotâmios, dos Cretenses, das civilizações pré-colombianas, dos povos milenares asiáticos, fico realmente estarrecida com a arrogância do homem contemporâneo, que não sabe cagar sem usar um computador, e acha que previsão do tempo e celular são coisas que facilitam sua vida.
Os homens comuns, sem precisar de qualquer estudo, há 50 mil anos atrás, já sabiam quando ia chover, só de sentir o cheiro do ar, ou de observar a forma como as aves voavam no céu. Uma das principais fontes de sabedoria dos antigos era observar e viver em harmonia com a natureza.
As mulheres eram regidas pelo ciclos da lua, e pela lua conheciam perfeitamente bem seus corpos, a ponto de saber quando estavam ovulando, quando poderiam evitar filhos, quando seus filhos nasceriam, e como fazer para que eles crescecem fortes. O conhecimento da vida era passado de geração para geração, em seu tempo certo, e não era obtido de forma distorcida pela internet. Hoje, com todo conhecimento, nossas jovens não são capazes de nada, e continuam engravidando precocemente, mesmo com todo acesso à informação, têm seus filhos à custa de muita cesariana. O nosso corpo parece que perdeu a capacidade de reproduzir, não conheço nenhuma mulher de minha geração que conseguiu parir um filho naturalmente, como nossas avós ainda faziam.
Muito fascinada por essa sabedoria que se perdeu quase que completamente nos dias de hoje, e em busca de um sentido maior para esse corre-corre diário que nos atropela todo o tipo de espiritualidade, gostaria de conhecer os antigos lugares sagrados que um dia foram palcos de grandes rituais, e grande transmissão de conhecimento e comunhão com a natureza...
As ruínas do Egito com suas tumbas em forma de pirâmides... O oriente médio e os lugares sagrados para tantas crenças, Atenas com seus templos, a Ilha da Páscoa e suas antigas lendas de seu povo extinto, Machu Picchu e os resquícios da civilização Inca...
Acredito, sem nenhum embasamento científico, que esses lugares ainda exalam a força estranha dos povos que ali se elevaram a semi-deuses, quando comungaram com a natureza e aprenderam a ler as estrelas, muitos milênios antes do Homem pisar na lua e constatar que a Terra é Azul.
Quando entro em contato com a complexidade do conhecimento do Egito Antigo, dos Mesopotâmios, dos Cretenses, das civilizações pré-colombianas, dos povos milenares asiáticos, fico realmente estarrecida com a arrogância do homem contemporâneo, que não sabe cagar sem usar um computador, e acha que previsão do tempo e celular são coisas que facilitam sua vida.
Os homens comuns, sem precisar de qualquer estudo, há 50 mil anos atrás, já sabiam quando ia chover, só de sentir o cheiro do ar, ou de observar a forma como as aves voavam no céu. Uma das principais fontes de sabedoria dos antigos era observar e viver em harmonia com a natureza.
As mulheres eram regidas pelo ciclos da lua, e pela lua conheciam perfeitamente bem seus corpos, a ponto de saber quando estavam ovulando, quando poderiam evitar filhos, quando seus filhos nasceriam, e como fazer para que eles crescecem fortes. O conhecimento da vida era passado de geração para geração, em seu tempo certo, e não era obtido de forma distorcida pela internet. Hoje, com todo conhecimento, nossas jovens não são capazes de nada, e continuam engravidando precocemente, mesmo com todo acesso à informação, têm seus filhos à custa de muita cesariana. O nosso corpo parece que perdeu a capacidade de reproduzir, não conheço nenhuma mulher de minha geração que conseguiu parir um filho naturalmente, como nossas avós ainda faziam.
Muito fascinada por essa sabedoria que se perdeu quase que completamente nos dias de hoje, e em busca de um sentido maior para esse corre-corre diário que nos atropela todo o tipo de espiritualidade, gostaria de conhecer os antigos lugares sagrados que um dia foram palcos de grandes rituais, e grande transmissão de conhecimento e comunhão com a natureza...
As ruínas do Egito com suas tumbas em forma de pirâmides... O oriente médio e os lugares sagrados para tantas crenças, Atenas com seus templos, a Ilha da Páscoa e suas antigas lendas de seu povo extinto, Machu Picchu e os resquícios da civilização Inca...
Acredito, sem nenhum embasamento científico, que esses lugares ainda exalam a força estranha dos povos que ali se elevaram a semi-deuses, quando comungaram com a natureza e aprenderam a ler as estrelas, muitos milênios antes do Homem pisar na lua e constatar que a Terra é Azul.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Coisas Boas
Ah, hoje quero falar de coisa boa...
Massagem nas costas, telefonema inesperado de alguém que tá distante, letra bonita numa carta longa escrita à caneta como não se usa mais, dormir com chuva, edredon perfumado, ursinho de pelúcia, perfume importado, música clássica ao pôr do sol, segurar as mãos de alguém que a gente ama, beijo melado de criança no rosto, ser acordada com um carinho, ter um seguidor novo no blog, cantar no chuveiro, banho quente, noite estrelada, dançar juntinho, futebol aos domingos, último cápítulo da novela, cinema com pipoca, broa de milho com café quentinho, espuma do mar e areia nos pés, reencontros, beijo na boca, aquela reserva especial do nosso vinho tinto preferido, queijo de minas, viola e sanfona, piada engraçada, aumento de salário, curtir um samba na Lapa, férias, encontrar moeda no chão, pizza napolitana quentinha com azeite toscano, chocolate, fazer festa de aniversário, ter amigos com quem contar, aprender um novo idioma, perder alguns centímetros na cintura, respirar aliviado, namorado, céu azul em dia de feriado, festa de São João, cerveja gelada, brinde, Reveillon à beira mar, superar um grande problema, ajudar alguém, caminhar descalça na grama, andar de Minhocão no Guanabara, churrasco com amigos, ter família grande, rir de chorar (ou chorar de rir), desabafar com uma amiga, nascimentos, receber um sorriso de um estranho, pintar as unhas de vermelho, roupa nova, ficar um dia inteiro á toa de pijama, esquecer os problemas por alguns minutos, ouvir "eu te amo" de alguém e poder dizer de volta, arco-íris depois da chuva, ter um livro muito bom para ler antes de dormir, dinheiro na conta, dar presente, baixar as fotos de um lugar muito especial, arriscar fazer algo que você nunca fez antes e ver que valeu a pena...
Ah ser feliz é tão fácil... Por que a gente complica?
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Não há lugar como nosso lar...
Uma das cenas mais fofas do cinema é a Judy Garland batendo seus sapatinhos de rubi, com os olhinhos fechados, em O Mágico de Oz, dizendo: There is no place like home...
Para entender, basta ficar longe de casa por algum tempo...Começamos a dar valor às coisas mais corriqueiras, que nem reparamos... o cheiro do nosso quarto, da nossa cozinha... a mancha da infiltração no teto... os sons que cercam nosso cotiano, e até as pessoas que comumente nos irritam, se tornam pesadas ausências...
Talvez esteja saudosista assim por estar escrevendo de uma espelunca no fim do mundo, sem aquecedor no quarto, em pleno inverno do Rio Grande do Sul... Mas também já experimentei a sensação de chegar de um hotel cinco estrelas, num paraíso tropica,l depois de férias deliciosas e pensar, ao desabar na minha caminha: ahhh não há cama melhor que a minha... não há lugar melhor do que minha casa...
Muitas coisas levam as pessoas a chamar um lugar de lar... Para mim, lar é o sotaque mineiro ( ouvir esses gaúchos já está me dando dor de cabeça, bah!), é o arroz com feijão que minha mãe faz... é o galo do vizinho me acordando de madrugada... é a água quentinha do meu chuveiro à energia solar auto sustentabilíssimo, é olhar para o horizonte e ver a serra do curral abraçando minha cidade inteira... Eu poderia viver sem tudo isso, claro... E poderia até ser feliz sem tudo isso...
Mas dificilmente conseguiria chamar outro lugar que não fosse esse... de lar...
(ps - uma marmanja de 31 falando que adora morar com a mamãe...? putz, devo estar na melancolia da tpm mesmo...)
Para entender, basta ficar longe de casa por algum tempo...Começamos a dar valor às coisas mais corriqueiras, que nem reparamos... o cheiro do nosso quarto, da nossa cozinha... a mancha da infiltração no teto... os sons que cercam nosso cotiano, e até as pessoas que comumente nos irritam, se tornam pesadas ausências...
Talvez esteja saudosista assim por estar escrevendo de uma espelunca no fim do mundo, sem aquecedor no quarto, em pleno inverno do Rio Grande do Sul... Mas também já experimentei a sensação de chegar de um hotel cinco estrelas, num paraíso tropica,l depois de férias deliciosas e pensar, ao desabar na minha caminha: ahhh não há cama melhor que a minha... não há lugar melhor do que minha casa...
Muitas coisas levam as pessoas a chamar um lugar de lar... Para mim, lar é o sotaque mineiro ( ouvir esses gaúchos já está me dando dor de cabeça, bah!), é o arroz com feijão que minha mãe faz... é o galo do vizinho me acordando de madrugada... é a água quentinha do meu chuveiro à energia solar auto sustentabilíssimo, é olhar para o horizonte e ver a serra do curral abraçando minha cidade inteira... Eu poderia viver sem tudo isso, claro... E poderia até ser feliz sem tudo isso...
Mas dificilmente conseguiria chamar outro lugar que não fosse esse... de lar...
(ps - uma marmanja de 31 falando que adora morar com a mamãe...? putz, devo estar na melancolia da tpm mesmo...)
terça-feira, 8 de junho de 2010
Conselho Amoroso - A decisão de Caroline
Com a proximidade do Dia dos Namorados, o conselho de hoje vai para minha amiga Caroline*.
Apresentando-vos, Caroline* é uma moça de 28 anos, a quem não falta nada, talvez só um pouquinho de consciência do que Deus lhe deu: beleza, inteligência e charme.
Há cerca de um ano Caroline* conheceu um rapaz muito simpático e divertido, e começou a ficar com ele, e a gostar bastante disso. Aquela coisa suave e descompromissada. Até que o rapaz sumiu, não ligava mais, nao mandava mensagem. E Caroline* acreditou que fez algo errado, que nada dava certo para ela no amor...
Meses depois o rapaz volta a procurá-la. Ela questiona o porque do sumiço e ele alega que estava se envolvendo demais, e que na época não estava pronto para assumir um compromisso sério. Caroline* aceitou a desculpa, compreendeu e tornou a sair com ele, acreditando que, se ele voltou a procurá-la, já estava pronto para o tal compromisso.
E não é que a mesma história se repete? Sempre após uma noite maravilhosa juntos, nada do telefonema do dia seguinte... Caroline* volta a ficar triste, e me pergunta: o que preciso fazer para conquistar esse moço de vez?
Bom Carol, a Nanda faria o seguinte...iria cuidar da própria vida... Desculpe, meu conselho não é nada romântico, mas tenho preguiça infinita de pessoas que não sabem se querem, se não querem, e que mudam de opinião várias vezes a respeito disso. É possível que esse mocinho aí seja um clássico caso de "sem atitude". Pode ser que ele até goste de "ficar" com você, mas ele não me parece "gostar de você ". E no seu caso, acredito que o moço sofra de miopia crônica, por que até eu ficaria com você. Por que ele não percebe que tá perdendo um mulherão?
O conselho alternativo é o que provavelmente você vai escolher, e o que provavelmente te dará uma profunda decepção depois. Mas pelo menos você vai ter certeza de uma vez por todas qual a desse moço e vai acordar pra vida: declare-se! Diga logo que você está apaixonada e pergunta na lata se esse moço não quer "namorar" com você. Você não tem nada a perder, a não ser um pouquinho do ego ferido caso ele diga não... Mas ego, como eu sempre digo, não passa de uma bagagem pesada demais, e que nos atrasa a viagem...
Alguém tem um conselho melhor pra Carol?
* O nome é fictício, para preservar o anonimato da citada.
Apresentando-vos, Caroline* é uma moça de 28 anos, a quem não falta nada, talvez só um pouquinho de consciência do que Deus lhe deu: beleza, inteligência e charme.
Há cerca de um ano Caroline* conheceu um rapaz muito simpático e divertido, e começou a ficar com ele, e a gostar bastante disso. Aquela coisa suave e descompromissada. Até que o rapaz sumiu, não ligava mais, nao mandava mensagem. E Caroline* acreditou que fez algo errado, que nada dava certo para ela no amor...
Meses depois o rapaz volta a procurá-la. Ela questiona o porque do sumiço e ele alega que estava se envolvendo demais, e que na época não estava pronto para assumir um compromisso sério. Caroline* aceitou a desculpa, compreendeu e tornou a sair com ele, acreditando que, se ele voltou a procurá-la, já estava pronto para o tal compromisso.
E não é que a mesma história se repete? Sempre após uma noite maravilhosa juntos, nada do telefonema do dia seguinte... Caroline* volta a ficar triste, e me pergunta: o que preciso fazer para conquistar esse moço de vez?
Bom Carol, a Nanda faria o seguinte...iria cuidar da própria vida... Desculpe, meu conselho não é nada romântico, mas tenho preguiça infinita de pessoas que não sabem se querem, se não querem, e que mudam de opinião várias vezes a respeito disso. É possível que esse mocinho aí seja um clássico caso de "sem atitude". Pode ser que ele até goste de "ficar" com você, mas ele não me parece "gostar de você ". E no seu caso, acredito que o moço sofra de miopia crônica, por que até eu ficaria com você. Por que ele não percebe que tá perdendo um mulherão?
O conselho alternativo é o que provavelmente você vai escolher, e o que provavelmente te dará uma profunda decepção depois. Mas pelo menos você vai ter certeza de uma vez por todas qual a desse moço e vai acordar pra vida: declare-se! Diga logo que você está apaixonada e pergunta na lata se esse moço não quer "namorar" com você. Você não tem nada a perder, a não ser um pouquinho do ego ferido caso ele diga não... Mas ego, como eu sempre digo, não passa de uma bagagem pesada demais, e que nos atrasa a viagem...
Alguém tem um conselho melhor pra Carol?
* O nome é fictício, para preservar o anonimato da citada.
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