Essa cena é do Filme Medianeiras - Buenos Aires na era do amor virtual... Mas podia ser de Belo Horizonte...
Belo Horizonte é uma cidade que cresce descontrolada, como tantas metrópoles, mesmo sobre o alicerce do progresso e do planejamento. Suas fronteiras já superaram os limites originais da Avenida 7 de Setembro há anos luz, e que nenhum belo horizontino sabe exatamente onde fica, exceto quando a chamamos pelo apelidinho carinhoso de Contorno. O contorno de Belo Horizonte já perdeu seu desenho. Somos um mapa disforme, imperfeito e progressivamente caótico.
Em contrapartida, existe algo sendo criado na mente dos sempre interioranos belo horizontinos, pois em nenhuma metrópole a característica amistosa do povo da roça se observa mais que aqui. Talvez por ser uma cidade adolescente, praticamente todo mundo que vive aqui tem uma família que começou em outro lugar, na maioria das vezes no interior de Minas onde a vida ainda corre lenta, preguiçosa e cheia de intimidade entre vizinhos e familiares. Nessa metrópole ainda se toma café coado na casa dos amigos, ainda se prefere barzinho e violão a balada e o fogão à lenha decora as coberturas classudas do Belvedere.
Aqui os relacionamentos começam mais nos meios de convívio contínuo do que em locais públicos. Aqui se apresentam amigos, se planejam encontros e as pessoas raramente se esbarram ao acaso. As mesmas pessoas vão sempre aos mesmos lugares. A gente acaba acreditando que a população é na verdade, muito menor do que é.
Talvez pela dificuldade de encontrar diversidade nessa cidade bagunçada, ou de se encontrar qualquer coisa, os relacionamentos também migraram para a esfera virtual, e todas essas práticas são agora, preferencialmente, apreciadas sem sair de casa. Não sair de casa parece uma tendência da contemporaneidade, já que a violência, a preguiça e a internet estão fazendo de nós vítimas e prisioneiros dos nossos próprios lares. Namorar, transar, casar, ter amigos, colegas, professores e até mesmo terapeutas pela internet é o hit do momento.
Quando ouvi de uma amiga que ela fazia terapia virtual fiquei realmente espantada. Eu mesma vivo brigando com a internet diariamente. Adoro sites de relacionamento, mas ainda desconfio dos serviços bancários virtuais. Atrevo-me a chamar “amigos” pessoas que nunca vi antes na vida de qualquer parte do mundo, mas não tenho coragem de solicitar um Big Mac pela internet, pois sempre acho que meu pedido nunca vai chegar. Já me apaixonei pela internet, já participei de festa pela internet, mas sou incapaz de enviar um e-mail sem ligar depois dizendo: olha, te mandei um e-mail... Emails podem ainda nunca chegar, não é mesmo? É um jeito bem mineiro de ser geek.
A verdade é que estou a cada dia mais preocupada com as pessoas que se relacionam pela internet, e só pela internet. Nunca consegui fazer uma idéia de alguém sem ter essa pessoa ao vivo, e fico um pouco achando que na internet ninguém existe, aqueles perfis todos do Facebook são projeções das pessoas em outra dimensão... Eu sempre precisei sentir o cheiro das pessoas. É como diz Patrick Suskind no seu ótimo romance O Perfume: o olfato é o sentido mais próximo da respiração, e, portanto, é o sentido que fala mais próximo da essência das pessoas. É impossível esquecer um cheiro, e o cheio faz com que associações da memória aconteçam de uma forma otimizada. O cheiro potencializa a memória e os sentimentos. Como gostar de alguém que eu não sei como cheira?
Mas todos já conhecemos os contras das relações pela internet. Sabemos o risco de estar sempre diante de máscaras, sabemos que um perfil no Facebook pode ocultar um psicopata, sabemos que a superficialidade e a ausência da relação física isola as pessoas e torna tudo insípido.
O que ninguém discutiu são os prós das relações virtuais. Pensemos bem... Também existem riscos que não corremos nas relações virtuais. Como tudo é muito superficial, as pessoas não chegam a extremos. Raramente você vai ter uma discussão violenta com um amigo virtual. As pessoas estão sempre disponíveis virtualmente, não é aquele saco de marcar mil vezes para tomar um chope e não dar certo. Você precisa de uma informação jurídica, ta ali seu conhecido advogado a um clique da sua dúvida. Sempre há gente online 24 horas por dia. Algumas conversas online às vezes são mais produtivas que pessoalmente. A gente não se expõe, ou ainda expõe só o que quer. Estamos sempre com o escudo da fibra ótica nos protegendo.
Será que caminhamos para uma era em que o ser humano será um celular? Isolado, sozinho e único, mas, no entanto, rapidamente acessível a qualquer momento que for solicitado? Será que no futuro vamos nos acostumar a não trocar cheiros, gostos e toques e vamos somente digitar o que estamos sentido?
Será que existirão sentimentos?
E será que Belo Horizonte vai sobreviver a essa dualidade do ser próximo-distante do outro?
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A Rede Social
Não gosto muito de resenhar sobre filmes, não sou uma grande cinéfila apesar de amar cinema, não sou boa crítica, já que não acompanho as temporadas de lançamentos com tanta avidez quanto gostaria. Cinema é quando tenho tempo, como lazer.
Mas que prazer quando consigo ver um filme bom! Assisti ao excelente A Rede Social ontem e tive que vir correndo escrever sobre essa experiência por dois motivos: primeiro, o filme é realmente bom, bem produzido, bem dirigido etc... Segundo por que a história me atraiu particularmente, por falar sobre minha rede social preferida o Facebook.
Alguns números sobre o Facebook ajudam a compreender a dimensão da importância dessa rede. Mais de 500 milhões (2 vezes e meia a população do Brasil) de usuários que juntos somam mais de 700 bilhões de acessos por mês. No Brasil as redes sociais são muito populares, tanto que o Orkut “pegou” por aqui por bastante tempo. O Facebook, por ter uma origem mais “elitizada”, era uma rede exclusiva para universitários de grandes escolas como Harvard, demorou um pouco mais para chegar por aqui, infelizmente. Mas chegou!
A façanha da idealização da rede por dois jovens estudantes de Harvard, que hoje estão bilhonários é a história do filme, baseada também no livro Bilhonários por Acaso. Mark Zuckerberg, um jovem brilhante mas falido socialmente, leva um fora da namorada e decide rackear o cadastro de alunos da maior universidade americana para debochar da garota. O feito chama a atenção de um par de gêmeos mauricinhos e do seleto clube "dos populares" que têm a idéia da criação de uma rede social exclusiva para alunos de Harvard. Aqui entra minha opinião sobre os nerds que escrevi outro dia no post “Como conquistar um Nerd”. O personagem do filme é o típico garoto nerd que sempre quis fazer parte do clube dos populares, que fazem sucesso com as garotas e participam de festas exclusivas, mas nunca têm acesso a esse hall. Ajudado pelo amigo Eduardo Saverin, Mark pega a idéia e transforma na genial rede social.
A produção tem alguns clichês de filme high school, que sempre achei divertidíssimos. O roteiro é muito bom, a direção de David Fincher dispensa comentários. As interpretações dos atores novatos também estão bem legais. A participação de Justin Timberlake é uma surpresa agradável. O filme que tem pouca ação, mas prende pela inteligência e vivacidade dos diálogos, é um retrato fiel de uma geração capaz de absorver com avidez e rapidez instantânea as novidades da tecnologia, que se interessa por informação, em grande quantidade e não importando com a qualidade, e que se adaptou à interatividade virtual, sem convivência, para se relacionar.
Se você não participa de alguma rede social, se não está a par das notícias no momento em que elas acontecem, se não acessa a internet o tempo todo pelo celular e se não acompanha o desenvolvimento das relações interpessoais que usam o veículo virtual cada vez mais, será inevitável sair do cinema com a sensação de ter “perdido alguma coisa”. Para corrigir esse probleminha, comece elaborando seu perfil no Facebook
e enjoy!
Nota da Fernanda: Gente tem homem bonito demais nesse filme! #prontofalei
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
"nada é pior que ser comum..."
A maioria das pessoas vive tentando se convencer de que suas vidas são perfeitamente satisfatórias, e gastam muito tempo tentando nos provar isso. Elas discursam sobre como suas viagens são emocionantes, como seus empregos são o máximo e como seus amores são os ideais... Essas pessoas colocam fotos sensacionais em suas redes de relacionamento e só expõe o que pode ser admirável...
Porém eu acredito piamente que quem quer provar alguma coisa para alguém, geralmente está tentando convencer a si mesmo.
Vejo que a maioria de nós vive uma vida sem maiores emoções. Sai para trabalhar todos os dias, vive algumas frustrações, chora, ri, e jamais pisou em Paris, ou jamais fez safári na Africa. De repente, ser normal é surpreendentemente chato...
Hoje em dia, o ideal de felicidade está tão sofisticado que ser feliz com pouco é quase um absurdo! Só que nos esquecemos que o extraordinário é para poucas pessoas... E não a regra. A regra é ser comum mesmo!
Quando a personagem de Mena Suvari declara, no filme Beleza Americana (drama de 1999, dirigido por Sam Mendes) que "não existe nada pior do ser comum", uma adolescente que vive uma realidade projetada por ela para parecer algo que não é, o extremo esforço do ser humano em representar a pantomima da felicidade se descortina. Por que não existe nada pior do que ser comum? Viver de aparências não seria um pouco pior que isso?
Pessoas comuns: rejubilem-se! Parem de sofrer com a pressão imposta pela mídia e pela sociedade e pelo Facebook! Sua vida não precisa ser um filme hollywoodiano com trilha sonora, efeitos especiais e performance de galã. Você é um ser-humano, não uma personagem com roteiro a representar. Filme no sofá em pleno Sete de Setembro? E dai? Passar as férias com a avó no interior? E daí? Ter um emprego que você odeia e viver apertado de grana? E daí? Você não tem idéia de quantas pessoas no mundo são felizes vivendo dessa maneira.
Existe uma felicidade que está dentro de nós. Li isso num dos livros do Dalai Lama, acho que A busca da Felicidade. Valeu, Dalai Lama... Você me mostrou algo que meus olhos acostumados ao espetáculo não conseguiam ver... No backstage, a vida comum... E feliz!
domingo, 31 de janeiro de 2010
Uma prova de amor
Não tinha assistido ainda o filme Uma Prova de Amor, com a gatíssima Cameron Dias. Hoje, nesse domingão preguiçoso, peguei o filme e fiquei parte da tarde estirada no sofá.
A história é polêmica: um casal decide ter uma filha de proveta, Anna, projetada geneticamente para ser doadora compatível de medula óssea para a irmã que tem leucemia. Apesar de superar sua expectativa de vida, a irmã só vem piorando, até precisar de um transplante de rins. É quando Anna decide processar os pais para conseguir na justiça que eles não a obriguem a doar um rim para a irmã.
O filme, além de ser uma bela história de amor fraternal, nos faz questionar nossas relações familiares e cotidianas. O mundo é, cada dia mais, um lugar inóspito e frio para os homens. Mesmo necessitando, à custa de nossa própria sobrevivênvia, estar em constante convívio com nosso próximo, as relações humanas estão cada vez mais frias e mais distantes. A individualidade e a independência nunca foram tão valorizadas.
Muitas vezes temos medo de nos aproximar do outro. Mesmo por que o outro pode não permitir ou mesmo não compreender essa aproximação. Sendo as relações baseadas em interesse, muito mais que em sentimentos, sempre visamos o que as pessoas podem nos oferecer em benefício, mas não estamos absolutamente dispostos a aceitar a carga que isso pode implicar. Queremos e ansiamos o lado bom das pessoas, mas desde que isso venha sem o preço de ter que suportar o lado ruim: pois problemas todos nós temos, e lidar com os defeitos dos outros pode parecer um fardo pesado, uma grande inconveniência.
Ao optar pela solitude, o homem sai do seu estado de ser comunitario natural, e passa a levar uma carga emocional muito mais pesada: são seus próprios medos e desafios. Sem o apoio emocional que vem das relações afetivas, nos tornamos pessoas inseguras, desconfiadas e emocionalmente reservadas. Às vezes nem conseguimos expansão de carinho com nossos familiares, ou com as pessoas que nos são mais caras e estão mais próximas.
O amor e a amizade, o companheirismo e a solicitude são bens preteridos em detrimento do dinheiro, dos prazeres e da realização profissional. Tempo para os amigos? Para os filhos e parentes? Para encontrar um amor ou se dedicar a um relacionamento? São valores que estão cada vez mais perdidos em nossas sociedades.
A família perde sua força como base da sociedade, as crianças perdem a referência de lar e de segurança, e quem perde mais somos cada um de nós, incapazes de um olhar mais amplo sobre nossas relações e a importância que representam em nossas vidas.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Avatar 3D - Diversão para as férias!
O primeiro post do ano, e vou falar de cinema.
Não sou muito fã de filmes de fantasia. Gosto com moderação, e vejo com desconfiança quando são lançados com aquele furor todo... Gasta-se tempo e dinheiro com todos aqueles efeitos visuais fantásticos, e economiza-se em bom roteiro...
Achei, para horror dos aficcionados, O Senhor dos Anéis, uma grande de uma porcaria. Salvo alguns personagens realmente fofos, dá um desespero de ficar 3 horas na cadeira do cinema, sentada, vendo aquilo... Até que fui ler os livros e entendi que sorte é a de quem vê o filme. Os livros são um sacooo...
Bom, então fui assistir Avatar 3D ontem, só por um motivo, eu nunca tinha visto um filme em 3D e pensei que, se o filme fosse uma completa porcaria, pelo menos os efeitos visuais salvavam. Ah, que surpresa agradável, Avatar 3D é um belo filme... E nem estou falando dos efeitos visuais incríveis e da delícia da diversão 3D! Estou falando também da bela história, da mensagem de amor à vida, ecologia e respeito pela natureza, pelo apelo espiritual... Vale a pena gastar 3 horinhas na cadeira do cinema, que é até bem confortável, usando aqueles óculos horríveis!
Claro que a história já foi contada mil vezes... É a velha fábula do imperialismo, que já vimos em 1492 - A Descoberta do Paraíso, Pocahontas, e em tantos outros filmes em que o dominador chega com tecnologia e arrogância e se bate contra sabedoria e inocência. E também é a questão do mundo paralelo, criado para servir de consolo pelo nosso mundo semi destruído e à caminho da inanição...
Gosto particularmente dessas histórias, que fazem sucesso entre as crianças, e que são extremamente educativas. A cena em que a heroína nativa mata um animal na floresta e chora pela sua morte, demonstrando grande respeito pela vida é sensível e comovente. E a cena chocante do bombardeio de uma árvore gigante me fez lembrar todos aqueles noticiários em que protestantes se abraçam às árvores, impedindo que elas sejam derrubadas. Também gostei da questão da "ligação" que todos os seres vivos têm entre si (no caso dos personagens, quase uma entrada USB que os conecta à outras vidas).
Ah, notas importantes (fáceis de localizar na internet) que não podem faltar: o filme é de James Cameron ( o homem das grandes bilheterias como Titanic), com o gato do Sam Whorthington e a veterana Sigourney Weaver.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
A mulher invisível
Mais um filminho pra curtir num domingo à noite, pra relaxar e comer uma pipoca... Aliás, se você não tiver um namorado fofo como o meu que te mata de rir com suas próprias piadas, capriche na companhia, por que o filme em si é bem fraquinho...
Selton Mello rouba a cena, claro, com suas palhaçadas. Luana Piovani, a despeito de aparecer pelada o tempo todo com aquele corpão de dar invejinha na gente, tá canastrona como sempre... Tem hora que o texto passa de três frases e a gente quase espera que ela escorregue e erre (note a parte do futebol)... O resto do elenco é sem graça, Fernanda Torres ainda salva, mas está fazendo o mesmo papel que faz naqueles quadros do fantático, sem novidade nenhuma...
O roteiro em si não é nada original, distribuído em quase duas horas de filme, cansa a gente... eu faria um filme melhor com uma hora e vinte no máximo! Ah, enfim, dá vergonha alheia, Selton Mello, me ajuda, até um filme comercialzinho pode ser melhor que isso né? Apelativo, machista, recalcado e lugar-comum... Não vale os 15 reais que eu gastei...
Vai o trailler, mas não se engane... o trailler só é bom pq dura 1 minuto!
domingo, 29 de março de 2009
Ele não está tão afim de você
Obviamente eu não li o livro He´s Just not That into You, de Greg Behrendt e Liz Tuccillo, os roteiristas de Sexy and The City, por um único motivo: é o que venho repetindo para todas as minhas amigas desde que me entendo por gente!
Se ele não ligou, mesmo que o encontro tenha sido marvilhoso, mesmo prometendo que ligaria, mesmo quando tudo parecia perfeito, mesmo que vocês pareçam conectados corpo e alma... não é por que ele sofreu um acidente, ou perdeu seu telefone, ou teve que viajar (que porra de viagem é essa? Pra Lua? Onde não existe telefone no mundo, pelo amor de Deus?) É porque, pura e simplesmente, ele não quer! Pontooooooo
Mas não custa repassar toda a lição e ir assistir ao filme, inspirado no livro, Ele não está tão afim de você, por que o elenco é ótimo (Ben Afleck, Drew Barrymore, Scarlet Johanson, Jennifer Connelly e Jennifer Aniston), é leve, divertido e um ótimo programa para um fim de domingo com chuva, acompanhado de pipoca e coca cola.
Claro, é melhor ainda se você está ao lado do seu namorado, e não se identificando nada com as várias histórias de dor de cotovelo femininas que desfraldam impiedosamente, mas com amigas bem humoradas que vão se identificar naquelas situações e morrer de rir (quem sabe até uma choradinha) juntas, também funciona!
Mas voltando ao filme, gente, a Scarlet Johanson é a gordinha mais sexy do mundo né? Pô, ela é gordinha sim! Claaaaro que é! Ah, tá então por que as cenas insinuando nudez dela não aparecem a cintura, nem a barriga? Você já reparou o tamanho da bunda dela nos jeans? Tá bom, aceito que ela é "boa", se te agride tanto o termo "gordinha".
E a Jenniffer Aniston, cara, deixa eu te falar! O Brad Pitt é um bossal mesmo. Por que, tipo, a mulher é o máximo! Linda, bronzeada, engraçada, carismática! Ela não é uma bocuda branquela que vive pendurada com mil crianças no colo obrigando ele a aparecer em festas filantrópicas!
Enfim...
Ah, o treiller para curtir um pouquinho...
Se ele não ligou, mesmo que o encontro tenha sido marvilhoso, mesmo prometendo que ligaria, mesmo quando tudo parecia perfeito, mesmo que vocês pareçam conectados corpo e alma... não é por que ele sofreu um acidente, ou perdeu seu telefone, ou teve que viajar (que porra de viagem é essa? Pra Lua? Onde não existe telefone no mundo, pelo amor de Deus?) É porque, pura e simplesmente, ele não quer! Pontooooooo
Mas não custa repassar toda a lição e ir assistir ao filme, inspirado no livro, Ele não está tão afim de você, por que o elenco é ótimo (Ben Afleck, Drew Barrymore, Scarlet Johanson, Jennifer Connelly e Jennifer Aniston), é leve, divertido e um ótimo programa para um fim de domingo com chuva, acompanhado de pipoca e coca cola.
Claro, é melhor ainda se você está ao lado do seu namorado, e não se identificando nada com as várias histórias de dor de cotovelo femininas que desfraldam impiedosamente, mas com amigas bem humoradas que vão se identificar naquelas situações e morrer de rir (quem sabe até uma choradinha) juntas, também funciona!
Mas voltando ao filme, gente, a Scarlet Johanson é a gordinha mais sexy do mundo né? Pô, ela é gordinha sim! Claaaaro que é! Ah, tá então por que as cenas insinuando nudez dela não aparecem a cintura, nem a barriga? Você já reparou o tamanho da bunda dela nos jeans? Tá bom, aceito que ela é "boa", se te agride tanto o termo "gordinha".
E a Jenniffer Aniston, cara, deixa eu te falar! O Brad Pitt é um bossal mesmo. Por que, tipo, a mulher é o máximo! Linda, bronzeada, engraçada, carismática! Ela não é uma bocuda branquela que vive pendurada com mil crianças no colo obrigando ele a aparecer em festas filantrópicas!
Enfim...
Ah, o treiller para curtir um pouquinho...
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