Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pessoas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Todo mundo ama os Beatles!


Vi o frisson gerado pelo show do Paul McCartney e me pergunto: o que é isso? Porque as pessoas amam tanto os Beatles? O que eles tem e tiveram de tão bom que fascina tanto várias gerações uma após a outra? Bom, já deu para perceber que Beatles não são assim uma paixão minha, apesar de eu ser encantada com todo o fenômeno pop que eles desencadearam.
Lembro das primeiras músicas que ouvi dos Beatles quando criança. Na vitrola dos meus pais rolava as coletâneas (lançadas em 1973, The Beatles 1962-1966 e The Beatles 1967-1970) Nessa época boa do vinil, gostava da fase iê iê iê, que é bem divertida... Mas quando se ouve as músicas da fase Sgt. Peppers, Abbey Road e Let it be, a gente tem a impressão de que não é a mesma banda. A evolução musical é incrível, mas (caramba!) não é essa a questão. Música boa muita gente faz e fez com muito menos reconhecimento. A questão é: qual é a desses Beatles?
Eu diria que os rapazes de Liverpool estavam no lugar certo na hora certa. O mundo pós guerra estava efervescendo de filosofias, comportamentos, transformações tecnológicas e descobertas científicas nunca vistas ou imaginadas. A popularização e abrangência das novas mídias como TV e cinema contribuiu para o alcance de novos movimentos artísticos e intercâmbios culturais.  Não sei se isso é de fácil apreensão para quem nasceu e vive num mundo globalizado pela internet, em que um vídeo postado no youtube tem alcance mundial em 3 segundos. Mas num mundo sem internet, algo tem que empurrar uma banda inglesa para todo o globo: o mundo era um campo fértil para o estilo dos Beatles.
Outro fator que contribuiu para o “boom” da beatlemania foi a sacada de que as pessoas precisam se identificar com algo para apreciar. A atitude globalizada desses moços fez com que seu ritmo permeado de influências (como o skiffle, o rock ´n roll, a música clássica) caísse no gosto geral. Eu diria que, naquela época, isso foi um toque de genialidade visionária. Os Beatles falaram para o mundo como se falassem a língua de cada um.
A capacidade dos Beatles de se superaram e evoluírem a medida que seus fãs crescem e amadurecem também é um fator decisivo. A música e a atitude dos Bealtes poucos anos depois de seu primeiro sucesso, Love me do, está tão transformada que é quase irreconhecível. De 1966 a 1969, a banda viveu a fase estúdio e denunciou uma espiritualidade que tudo tem haver com o momento histórico mundial. Fortemente influenciados pelos horrores do Vietnã, as letras falavam de paz e amor,  o que transmitia otimismo num mundo de medo.  Quem teve o privilégio de ouvir All we need is Love gravada ao vivo e transmitida via satélite para 26 países, com participações de grandes nomes da época como Mick Jagger e Eric Clapton sabe do que estou falando.
Pois bem, os Beatles acabaram. Com muita atitude, senso de oportunidade e uma legião de fãs ensandecidos, que vão se multiplicando por várias gerações, temos o maior (o primeiro?) megafenômeno pop do mundo.
Acho que é preciso esse contexto todo para entender o fenêmeno! Ícones são criados todos os dias em cada época.  Mas parece que os Beatles mudaram o mundo. Ou, como eu acho mais correto afirmar, mostraram a todos como o mundo estava mudado.

Everyone loves The Beatles!
I saw the impact  coused by Paul McCartney´s show and I asked to myself: what is this? Why do people Love Beatles so much? What so great about them? Altought I admire all pop phenomenon they put on.

I remember listen to The Beatles´ songs when I was a child. My parents used to listen to the old long plays records (Beatles Colection up to 1973). That time I really liked ie ie ie craze wich was a lot of fun... But we listen to the songs by Sgt. Peppers, Abbey Road and Let it be period and it doesn´t like the same band. The music evolution is amazing but (fucked!) this is not the point. Good songs lot of people wrote even though they had less knowledge. The question is: what´s The Beatles?
I´d say Liverpool´s boys were at the right place and time. The post-war times was bursteling with philosofie, behaver, technologic transformations and scientific  discoveres never seen or imagined before. Popularity of new midia like TV and movies contribuited for reach new artistic tendences and cultural exchanges. I´m not sure It is easily to be understood by people Who were born and live in a global world by Internet, in which a vídeo posted on youtube reachs the whole world in about three seconds. But in a world whithout Internet something had to push an english band away. The world  was fertilgrounds for the rebellious stile of The Beatles.
Another factor that contribuited to the beatlemania boom has been understood that people need to identify themselves with something to appreciate. The global atittude of these guys made that their rhytm full of inluences (as skiffle, rock´n roll and classical music) would be appreciate globaly. I´d say that, that time, it was a brilliant and visionary touch. The Beatles spoke to the world as if they spoke everybody languages.
The capacity of The Beatles to over do themselves as their fans grow and get older is also a decisive factor. The music and atittude of The Beatles a few years after their first hit ‘Love me do’ has been completely changed and it´s almost impossible to recognize. From 1966 to 1969, the band passed throw a Studio fase wich showed a way that has to do with the world history. Quite influenced by the Vietna war horrors the lyrics talked about piece and Love, wich pourred optimism in a world guided by the fear. Who ever head the privilege to listen to ‘All we need is love’ recorded live via sattelite to 26 countries, with participation of great names from that time such Mick Jagger and Eric Clapton knows what I mean.
Well, The Beatles are through. With a lot of atittude, and getting oportunities, and a litlle push from mídia and also a legion of crazy fans with had mutiplied several geaneration we have the biggest (it was the first?) phenomenon of the pop world.
Needless to say, we need this context to understand the phenomenon. Icon are made in the own times. Seems The Beatles changed the world, or correcting: showed the world that everything had been changed.

sábado, 8 de agosto de 2009

Psicologia infantil


É certo que tudo tem dois lados, assim como toda ciência tem benefícios e malefícios.

Eu não sei se os benefícios que Psicologia trouxe para a humanidade compensam a criação de uma geração de crianças sem limite do tipo que se jogam no chão do shopping em pirraças escandalosas por causa de um brinquedo novo que, assim que chegar ao seu armário vai ser esquecido para sempre, que se empanturram de sanduíche do Mc Donald´s por mais que a mãe ou o pai implorem para que comam o brócolis ou que colocam avisos de Do not disturb na porta do quarto enquando sofrem abuso sexual virtual de algum pedófilo na internet.

Pude perceber que essas crianças geralmente são aquelas criadas com toda minunciosa psicologia, são filhos da classe média alta com curso superior, de pais que acham que têm que compensar sua ausência (cheios de culpa) fazendo todas as vontades dos reizinhos da casa. Aliás, compensação, sublimação, são termos da psicologia... Esses pais preferem um bom diálogo às jurássicas palmadas. Colocam os filhos num nível de igualdade, olham nos olhos, falam pausadamente, mesmo que a criança esteja "colocando fogo na casa".

Outro dia, numa reunião da igreja dos meus pais aqui em casa, pude perceber o poder de deseducar da psicologia. Todas as crianças (filhos de psicólogos emocionalmente saudáveis, cristãos e educadíssimos) agiam como se estivessem num playground, na sala da minha casa, de paredes recém pintadas e sofá recém reformado. Eles só não conseguiram quebrar as lâmpadas, por que todo o resto os pestinhas fizerem. Derramaram refrigerante em tudo que era almofada, pisotearam o sofá, arranharam todos os DVDs e por pouco não me quebraram a TV. Incapaz de me conter, dei uns berros e acabei com a farra. Os pais nem tomaram conhecimento, ouvi no máximo um "filhinho, não faz isso..."

No meu tempo, criança tinha seu lugar. Comíamos antes do adultos, silenciosamente, e ai se não mastigássemos a verdura: nada de doce depois! Bastava o pai olhar, nem levantava a voz, nem ameaçava, que já tremíamos de medo e corríamos para os cadernos da escola. Chineladas sempre que aprontávamos. Presente, só no Natal e no aniversário, e mesmo assim era o que o pai podia comprar. O pai não morria de culpa se o filho não tinha o tênis mais caro, ao contrário, ensinava o filho a agradecer pelo que ele tinha e pronto. Íamos à igreja todo domingo de manhã, de boa vontade. Dividíamos um quarto de 3 metros quadrados com 2 irmãos e nem por isso reclamávamos de falta de privacidade (aliás privacidade é algo que parece essencial para uma criança de 7anos, conforme a recente Psicologia). Não ficamos traumatizados ou revoltados por que éramos beliscados sempre que fazíamos alguma arte. Nenhum dos meus amigos se drogou por que o pai trabalhava 20 horas por dia para sustentar a família e não ia à peça de teatro da escola por conta disso.

Não sei como seria criar um filho num mundo como o nosso. Mas com certeza gostaria de criar um filho exatamente como fui criada! Com muito beijo e abraço, esperando com asiedade o Natal chegar para ver se "papai noel" ia mandar aquele brinquedo que esperei o ano todo, sendo obrigada a repetir a "tabuada" toda antes de ter permissão para brincar, levando palmadas nas horas certas, entendendo perfeitamente que a quantidade de desejos realizados não é diretamente proporcional ao carinho e ao amor que um pai tem pelo filho, sabendo que quando meu pai chegava à noite cansado do trabalho, ele nunca estava cansado o bastante para me contar uma história antes de dormir.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Amigos






Essa tal de internet é retada mesmo...

Atravéz dela fiz bons amigos, e é com muito carinho vou divulgar os belos e singelos escritos de um dos meus amigos virtuais, Lelo Dias, um baiano sonhador que hoje está sonhando lá pros lados de Portugal, saudoso da filhinha de cinco anos que deixou em Conceição da Barra...

Pelo jeito não é so pela filhinha que ele anda suspirando.

Quando eu aprender a postar com som, posto a voz baiana e aveludada do Lelo cantando e dedilhando seu violão poderoso... Hoje vai só a letra.

Com sua licença, Mr. Lelo:



Ah Morena... por que foi me deixar...?

Ah Morena má

Você fingiu me amar?


Pequena

Seu seio atrevido

Sua queixa em meu ouvido

E o barulho do mar


Ah tristeza

Saudade

Espera

Demora que mora

no peito de quem partiu


Ah menina

manhosa

maldosa

ta cheia de prosa

achando que já me feriu


Mas você nem sabe

Meu jeito de amar é aquele

que vive, que dura, que vence, que vai

que não esquece jamais


Ah Morena

Morena

Morena...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Bye Micheal...

Eu estava quieta num canto, um pouco emburrada... na sexta série eu ainda não era muito popular, não tinha seios e nem curvas, e os meninos não se interessavam muito por uma garota meio CDF que colocava cartazes protestando contra o desmatamento na Amazônia...

Era uma festa, e eu olhava com inveja minhas colegas peitudas rodopiando na pista. Eu adorava dançar, mas não sei por que nas festinhas da sexta série, época áurea do hause, encasquetavam de tocar baladinhas! No auge do meu mau humor, ouvi os primeiro acordes daquela canção, aquela, que todo mundo dançava grudadinho, e que dava vontade de gritar a letra quando tocava... Havia uma mão na minha frente, estendida, um convite para dançar...

Eu me levantei, ele colocou a mão na minha cintura. Meu reluzente nike street novinho passeou pela pista, até o meio, onde faiscava um globo espelhado.

Cada um vai se lembrar de um momento, uma música, uma cena chocante ou não, um fato polêmico, coisas que eternizarão o Rei do Pop, o ídolo maior, Micheal Jackson! Mas para mim, foi por causa dele, e foi ao som de I`ll Be There, que eu dancei minha primeira música lenta...




Esse comercial da Pepsi merece ser relembrado...
Adeus Micheal... Descance em paz...

sábado, 20 de junho de 2009

A REDE

Penso que as pessoas realmente inteligentes acreditam que a vida nada mais é do que um ciclo, um grande círculo que passa várias vezes pelo mesmo ponto, e são essas pessoas que tiram o melhor partido de suas redes de relacionamento, chegando onde tantos invejamos estar. Hoje em dia não importa o que você é, mas sim, quem você conhece. E o mundo lhe abre as portas.

Como funcionam as redes de relacionamento? Por mais incrível que possa parecer, atravéz da honestidade. Essa palavra, que parece não ter muita importância hoje em dia, transformou-se em algo tão raro que é trocada a peso de ouro. Ser honesto é o primeiro caminho para criar uma rede de relacionamentos confiável. Por quê? Por que se você não for honesto, se não for confiável, se as pessoas de sua rede não estiverem totalmente seguras de que você não vai falhar com elas quando precisarem, você está fora. Fora. Sem discussão. E é um preço muito alto a pagar por algumas mentirinhas sem sentido, por desculpas esfarrapadas, por uma conta de restaurante mal dividida, ou por uns trocados emprestados e não pagos. Um grande executivo me disse uma vez que tinha dois bons funcionários, e que acreditava no potencial de ambos. Dois caras com a mesma formação, os talentos parecidos e competência quase idêntica. Quando surgiu a oportunidade de uma promoção, o executivo acabou privilegiando o que era menos chegado a ele, e o outro, obviamente magoado, pediu satisfações. O executivo acabou dando uma desculpa técnica, mas para mim, numa festinha informal, confessou: "O cara tem um caso com a vizinha. Se ele é capaz de fazer uma cretinice dessa com a própria esposa, como vou confiar nele para uma tarefa tão importante?" Imagino que o rapaz em questão jamais imaginou que seus pulinhos no casamento fossem lhe custar uma posição importante na empresa.

As pessoas pensam que ter uma rede segura e proveitosa é trocar favores, mas não é. Numa rede de relacionamentos os favores são consequências apenas. O principal é fazer suas qualidades se sobressaírem, para que mesmo seus inimigos possam reconhecê-las.

Pessoas carismáticas e populares geralmente têm excelentes redes de relacionamento. Mas o que faz desses pessoas carismáticas? Penso que é um talento natural... Mas um talento perfeitamente cultivável. Sabe quando, na escola ou na faculdade, a gente perde um trabalho e um amigo gentil coloca nosso nome no grupo dele? No meu tempo, todo mundo ficava puto com os colegas que não faziam os trabalhos e pediam para colocar o nome... Eu nunca realmente me importei com isso. Eu fazia os trabalhos e ainda colocava o nome dos meus colegas. Aprendia mais que eles e eles ainda ficavam eternamente gratos comigo. A máxima "te devo uma, colega". E dever para alguém da rede é sério. Uma pequena atitude carismática com alguém hoje pode lhe salvar a vida amanhã. Nunca duvide de um membro da rede.

Se você falhou em algo com alguém, um colega de trabalho, amigo, namorado, familiar, corra atrás. Não é a manutenção do relacionamento que importa, mas sim, da rede. Uma amiga minha conseguiu uma vaga num curso que ela queria muito, graças a um ex namorado. O namoro acabou, mas de forma respeitosa, que pudesse ser mantida uma amizade. É a forma correta como os relacionamentos devem terminar. Você perde o amigo, o parceiro, mas não o membro da rede que pode lhe conceder algum benefício em algum momento da sua vida.

Isso pode parecer um joguinho barato de interesses. É e não é. Afinal, a rede de relacionamentos não pode ser mantida com sentimentos falsos. Ninguém consegue fingir tão bem que alguém não perceba. E você não precisa gostar de todo mundo com quem se relaciona. Porém, se não gostar, não finja que gosta. As pessoas não precisam se gostarem para se envolverem numa rede de relacionamento. Elas só precisam confiar umas nas outras e reconhecerem suas boas qualidades.

Algumas dicas para manter uma boa rede de relacionamentos:

1) Nunca, jamais descarte um contato. Ao conhecer alguém novo, guarde o nome da pessoa, o que ela faz e o que vocês têm em comum. Estimule oportunidades de se encontrarem novamente.
2) Use e abuse da net. Orkut, MSN, email, o meio virtual serve para conectar pessoas. Como é maravilhoso ter contatos em lugares do mundo que você nunca pisou. E são valiosíssimos.
3) Não "pise na bola". Se você "pisar na bola" com um contato, os outros tomarão conhecimento disso. Se pisou, tente se reabilitar. Mas jamais deixe que sua reputação seja manchada. "Enrolados" são os menos aceitos em redes de relacionamento. Se você falou que ia, vá. Nunca assuma um compromisso que não pretende cumprir.
4) Seja honesto. Ho-nes-to. Ter fama de pessoa honesta, fiel, leal, é mais importante que ser o queridinho.
5) Descarte as mentiras. Mesmo aquelas ditas sem maldade, só pra agradar. Mentir é o jeito mais fácil de se isolar.
6) Compareça. Se existe algo que você possa fazer por alguém, faça. Um pequeno favor funciona como uma quantia depositada num banco. E a longo prazo rende ótimos juros.
7) Entenda que uma palavra negativa têm muito mais peso que uma positiva. Por isso, use o bom senso: tempere seu "realismo" com uma boa dose de "otimismo".
8) Mantenha contato. Com a vida corrida, mandar um telegrama, um cartão, uma lembrancinha de agradecimento, flores não é puxa saquismo. É fazer-se lembrado. Então, não perca a chance de prestigiar as pessoas quando elas se casam, fazem aniversário, são promovidas ou conquistam algo.
9) Descarte a inveja. Se seu amigo subir na vida, a chance dele te levar junto é maior. Então, quanto mais pessoas vencem do seu lado, com mais empurrõezinhos você conta.
10) Seja feliz. Ninguém quer se relacionar com pessoas insatisfeitas e negativas. A aparência do sucesso às vezes é mais importante que o sucesso em si.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sobre Meninas e Homens

É de Ernest Hamingway a célebre frase em que se avaliza as relações amorosas entre mulheres mais velhas e homens muito jovens: mulheres com passado e homens com futuro fazem o par ideal. Na verdade, na sua época Hamingway causou certa polêmica, pois em meados do século XX, tal comportamento não era usual, até mesmo sendo visto com preconceito...

Também Balzac celebrou a preferência por mulheres maduras, dizendo que não se deve confiar em ninguém que tenha menos de 30. Confiar aqui tem mais o sentido de confiar a, delegar, depositar. Ele jamais depositaria suas esperanças numa moça de 20.

Hoje está tudo liberado, e a sociedade aceita, até mesmo aplaude Suzanas Vieira da vida, que tornam uma ridícula comédia seus arroubos irrefreados com rapazes com idade para serem seus filhos. Por exemplo, interessou mais o fato de que o jovem (22) namoradinho da Madonna é brasileiro do que sua diferença de idade com a mega estrela.

Bem, eu posso falar que o amor não é um cálculo. Não se sai por aí escolhendo a dedo, embora devêssemos, por quem vamos nos apaixonar. E uma vez apaixonados, qualquer romance tem chance de ser feliz ou infeliz, seja qual for a idade dos envolvidos, sua posição social, religião ou raça. Até penso que a diferença atrai, fascina e promove riqueza de experiências.

Já o fetiche dos coroas por garotas jovens que não só sempre foi aceito, como celebrado em verso e prosa (cujo exemplo de ótima prosa é o clássico Lolita de Vladimir Nabokov), tem sido visto hoje em dia com um ligeiro nariz torcido pela sociedade. Claro, pois numa época de sexo livre, em que as moças podem sair, namorar, escolher e experimentar, parece irracional que se envolvam com coroas, já que os rapazes da sua idade estão acessíveis e disponíveis. Outra razão é o culto à juventude eterna e da plenitude, que torna incompreensível a possível preferência das meninas por homens mais velhos. Mas permanece, seja pela busca por proteção, estabilidade financeira, o fenômeno psicológico do complexo de Electra, ou ainda, a necessidade de também exibir um troféu. Não sei... Só acho que se as meninas esperam encontrar mais maturidade nesses senhores, sinto decepcioná-las... Quase estou a ponto de crer que um homem nunca deixa de ser um adolescente, de uma forma ou de outra, e o fato de fazerem questão de exibirem suas conquistas juvenis é mais uma prova disso.

Outra prova é um exemplo real, que aconteceu sob minhas vistas: outro dia, numa agradável recepção com amigos, me apresentaram um casal muito atraente. Ele, um alto empresário bem sucedido, vestindo um terno poderoso, cabelos grisalhos e bronzeado das praias de Ibiza, ela, uma moça miúda, de longos cabelos dourados, a carinha de criança reforçada pelas várias sardas na pele branca do rosto, que ela não conseguiu disfarçar nem com todo o excesso de maquiagem que passou.

Conversa vai, conversa vem, fico sabendo que ele tinha 45 e ela 19. Achei engraçadinho que o amor fosse tão abrangente, mas ao longo do papo, percebi que a menina não falava muito, ficava só observando com os olhinhos vivos, que iam do namorado para mim, como se tentasse entrar na conversa de alguma forma. Com pena dela, comecei a falar de filmes, uma vez que a menina era estudante de cinema, e então ela se pôs a falar com muita propriedade do assunto, aliviada e feliz de poder mostrar que não era só um rostinho bonito. Eu estava quase orgulhosa dela, quando o namorado bonitão de meia idade comentou:

- Não entendo como alguém pode estudar Cinema! Que coisa mais fútil!

A moça ficou vermelha, e acho que se não fosse todo seu esforço para parecer senhora de si, teria chorado ali mesmo na nossa frente. E ele disse isso com um ar de superioridade tão pedante, enquanto acariciava os cabelos dela... Fiquei realmente revoltada, e quis responder à altura. Mas pensei que em briga de marido e mulher não se mete a colher, e se ela se sujeitava a sair com o próprio Poderoso Chefão, então merecia o tratamento...

terça-feira, 17 de março de 2009

Minha amiga cinquentona

Se você achou que eu ia louvar a Madonna de novo, enganou-se!
Há outra cinquentona que é um barato, e já foi adorada por mim, se ainda não é: Senhoras e senhores, Miss Barbie!

Não sei que tipo de menina você foi. Eu fui o tipo que mesmo sendo moleca e brincando perigosamente (haja vista meu joelho cheio de “marcas da infância), eu tinha meus momentos de “menininha”. Era quando eu brincava horas com minhas Barbies. Sim eu tinha mais de uma, apesar de na minha época ser um brinquedo caro. E tinha milhões de roupinhas, sapatos, bolsas, casacos, vestidos de festa...

Minha primeira Barbie foi típica: loira, olhos azuis, vestida (oh ironia!) de Noiva. Como eu me lembro daquele Natal, em que desembrulhei minha número um! Era simplesmente deslumbrante, naquele vestido branco cheio de fru frus, anel de brilhante e colar! Ela vinha com uma escova de cabelos e um vidro de perfume! Eu havia pedido muito aquela boneca, e como minhas amigas todas ganharam Barbies naquele ano, era uma festa quando a gente se juntava para brincar.

E que aventuras fantásticas a gente vivia com nossas Barbies! Todas tinham uma vida completa: profissão, um guarda roupas invejável, namorado (antes de ter o Ken a gente se virava com o Fofão, gente, coitada da minha Barbie namorar o Fofão, lembram do boato de que tinha uma faca dentro dele?...)... Elas faziam viagens incríveis, davam festas memoráveis, às vezes brigavam, mas sempre lindas, loiras, magras, altas, pernas longas, e usando um scapin de salto agulha!

Brinquedos politicamente corretos não eram moda nos anos 80 e 90, quando eu era criança, muito menos quando a Barbie foi criada. Deliberadamente incorreta, a Barbie sempre foi símbolo da valorização do padrão de beleza e estilo de vida americano. Mas com muito glamour, conquistou gerações de meninas de todo o mundo! Que mulher não quer ter um mundo cor de rosa como o da Barbie?

Hoje a Barbie é mais política: bonecas morenas, orientais, negras convivem felizes com as clássicas loiras. E até ganharam versões inspiradas em grandes mulheres, como a presidente alemã, considerada um modelo universal de mulher a ser seguido por sua liderança política.

Quanto a mim, brinquei de Barbie até outro dia! Inesquecível uma vez em que espalhamos no quintal da casa de uma amiga nossos apetrechos: sala da Barbie, quarto da Barbie, Barzinho da Barbie, roupas e panos da Barbie e a campainha tocou... Era o namorado da amiga, vindo visitá-la... que correria arrumamos para guardar os brinquedos antes que ele visse...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Aqui se faz aqui se paga

Adorei esse mico, parece que ta fazendo aula de axé...

Ontem eu estava num bar com uma amiga, tomando uma geladinha e botando o papo em dia. Então no meio do assunto saiu uma senhora do banheiro com a saia grudada na calcinha, a bunda toda de fora... A senhora já era, sem esse detalhe, uma pessoa, digamos, exótica. Vestida com um pretinho nada básico, um decote que eu não usaria nem aos 19 muito menos aos 60, maquiagem definitiva daquelas que deixam as pessoas com permanente cara de palhaço e cabelos platinados com apliques pendurados. E com bunda de fora! Claro que a nossa primeira reação foi cair na gargalhada. Não pude me conter, foi mais forte que eu...Eu e minha amiga nos retorcemos de tanto rir... Até que segundos depois nos demos conta do ridículo que a dona estava passando e ficamos com pena, concluímos que deveríamos avisá-la imediatamente. Mesmo por que um dos meus pavores em locais públicos é sair do banheiro com o zíper da calça aberto ou um pedaço de papel higiênico grudado em algum lugar. Vexame total. Começamos a discutir quem deveria informar a senhora da exposição involuntária do seu derriére. "Vai você." "Não vai você". Até que um senhor, observando o nosso impasse nos estimulou: "Vocês precisam avisar a senhora, coitada! Aposto que ela vai agradecer muito. Vocês que são mulheres é que podem fazer isso, se eu for lá vai ficar muito sem graça!" Então respirei fundo e fui até a mesa onde ela tomava sozinha sua cerveja e disse muito timidamente:


- Dá licença, mas sua saia está para cima.


Ela arregalou os olhos e ajeitou a saia despistadamente, depois pegou as minhas mãos e começou a me agradecer. Puder reparar mais de perto o visual dela, tinha um piercing no nariz, um strass colodo na testa à lá terceiro olho, as sobrancelhas penteadas para cima, e me dei conta que ela não precisava, definitivamente, de expor o bumbum para chamar atenção. Nos apresentamos e ela ficou uns cinco minutos dizendo o quanto eu estava sendo gentil de tê-la avisado, em que nos primeiros três minha consciência pesou um bocado por ter rido tanto da mulher, e nos dois últimos já me arrependendo de ter ido avisá-la.


Quando consegui escapulir da mulher, voltei para a mesa e a minha amiga ainda estava com aquele sorrisinho divertido e debochado no rosto. Minutos depois pedimos a conta, íamos para outro bar na rua de baixo onde estava rolando um sambinha, mas antes de ir embora a senhora tornou a se aproximar e me deu um CD pirata que ela tinha acabado de comprar com um vendedor ambulante. Aí que meu coração cortou mesmo!Era o CD da Madonna, do show ao vivo no Rio! Como ela advinhou?


Depois de várias piadas da minha amiga a respeito, fomos para o sambinha e lá estamos sentadinhas tomando nossa cerveja e curtindo o ambiente quando minha amiga se levanta e vai ao banheiro. Na volta ela se sentou normalmente e continuamos o assunto quando uma moça chegou por trás dela e disse: "Aqui, ajeita sua calcinha, ela está toda de fora da calça, já está me incomodando!"




Nem preciso dizer o tanto que dei risada!




Às vezes a justiça Divina é tão imediata!

domingo, 25 de janeiro de 2009

Pessoa Especial


Quando fiz cinco anos minha mãe engravidou da minha irmã caçula. Lembro-me de ficar deitada com o ouvido na barriga dela, tentando ouvir o neném. E de fazer aquelas perguntas constrangedoras do tipo: "Como ele foi parar aí dentro?" "Como ele vai sair?"

Um dia fomos levadas, minha irmã mais velha e eu, para a casa da minha avó, pois a mamãe ia para o hospital "ganhar o neném". Estávamos ansiosas e perguntávamos todo o tempo pela mamãe e pelo neném.

Há 25 anos o exame de ultrasson não era tão popular nem tão sofisticado como hoje, de forma que não era feito obrigatoriamente no acompanhamento pré natal, então minha mãe nem chegou a fazer, por que a gravidez foi tranquila e muito saudável. Esperávamos que fosse um menino dessa vez.

Mas, dois dias depois, quando minha mãe chegou em casa sem o bebê, ficamos decepcionados: era outra menina e o bebê não viria logo, pois nascera "doente" e precisaria ser operado para melhorar. Choramos muito, e naquela confusão, ninguém se lembrou de explicar muito bem para minha irmã e eu o que estava acontecendo.

Quando finalmente conheci minha nova irmãzinha, achei que ela não parecia nada doente. Era um bebê lindo, rosado, cabelos pretos abundantes e olhos grandes e escuros, com cílios compridos e negros. Queríamos tocá-la todo o tempo e minha mãe jamais baixava a guarda, com medo que pudéssemos machucá-la. Apesar de ter perdido meu posto de caçulinha da casa, não me lembro de sentir ciúme, ou hostilizá-la, o que seria uma atitude normal. Eu sabia que ela era especial, e isso dava-lhe licença de tirar meu colinho.

Com o tempo descobrimos que a "doença" era um problema de formação conhecido como síndrome da espinha bífida, ou seja, uma parte da espinha dorsal não se completa, deixando os nervos da coluna expostos a lesões durante a gestação. Isso causou em minha irmã paraplesia nas pernas e lesões no aparelho urinário.

A infância dela foi marcada por cirurgias, fisioterapia, aparelhos ortopédicos. Aquilo se tornou natural em nossa família. Convivendo com uma pessoa com necessidades especiais, nunca achei extraordinário ver alguém de muletas, cadeirante, ou se locomovendo de forma diferente. Era normal para mim existirem pessoas diferentes no mundo.

Mas não é para a maioria das pessoas, que mal conseguem evitar aquele desagradável olhar compassivo, como se estivessem diante de um terrível sofrimento, ou de uma aberração. Esse olhar me irrita profundamente, mais até que o preconceito, pois o preconceito muitas vezes é resultado da ignorância, enquanto esse olhar é movido pela pena.

Não conheço um sentimento mais inadequado para se ter em relação à minha irmã do que pena. Ela é linda, saudável, inteligente. Personalidade forte, às vezes muito mau humorada, brava, excepcionalmente sensível e perceptiva, exageradamente preocupada com o próximo. E é a pessoa mais valente e forte que eu conheço. É por isso que sou tão intolerante com pessoas apáticas, que acham dificuldade em tudo, que não vão à luta, que se deprimem por coisas bobas, mesmo podendo caminhar normalmente, correr e trabalhar sem mais difculdades. Pessoas que jamais passaram por uma cirurgia dolorosa (ela já fez tantas que já perdi a conta). Sobretudo me irritam as pessoas que preferem ser vítimas e gostam de ser o alvo do intolerável olhar compassivo.

Outra coisa que me aborrece é ver o mundo tão pouco adequado para as pessoas com necessidades especiais. Fico puta quando um local público não tem rampa de acesso à cadeirantes, bebedouros mais baixos, orelhões, sinalização. Ainda bem que a conscientização está crescendo, e já existem leis a esse respeito. Mas vejo bares, boates, restaurantes sem adequação e acho um absurdo. São lugares que faço questão de não frequentar, por que desmonstram o desrespeito pelo ser humano.

Acho que a experiência da convivência com minha irmã me deu lições impagáveis, de superação, de amor, de fé e de força. Não é fácil, mas quem disse que as coisas fáceis são as melhores? E citando Dom Helder Câmara, numa frase que eu gosto muito:

Nada de ideais ao alcance da mão. Gosto de pássaros que se enamoram das estrelas e caem de cansaço em busca da luz.

***
O Hospital Sarah é centro de referência no tratamento de várias particularidades do aparelho locomotor e reabilitação física. Foi na Unidade de Brasília que o vocalista do Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna foi tratado, recuperando grande parte de seus movimentos após um acidente. Em Belo Horizonte também existe uma unidade, onde minha irmã fez vários tratamentos e foi muito bem tratada, não só ela como toda a família. Um exemplo de primeiro mundo de tecnologia e compromisso com a vida.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Geração Y



Há muito tempo eu queria linkar o blog da cubana Yoani Sanchez aqui, o Generación Y.


Yoani é uma das blogueiras mais populares do mundo, e seus posts têm todos os ingredients para serem irresistíveis: ela fala de uma Cuba de desilusões, escrevendo clandestinamente sobre uma geração tolhida pela ditaduta e pelo comunismo. Jovens que como ela, anseiam por um mundo novo, de liberdade, e acabam se despatriando, exilados, sofridos e marginalizados em outros países, jovens que não têm mais para onde ir e nem para onde voltar.


Mas ao contrário de muitos deles, Yoani não quer partir. Sua crítica melancólica e muitas vezes sarcática é carregada de um sentimento de amor pelo seu país. E de orgulho pelo seu povo.


Uma mulher que encontrou um meio de se fazer ouvir, mesmo quando tantas vozes se calam e outras tantas se perdem em meio à guerrilhas, vigilância e massacres.


Faz-me pensar que força têm essas pessoas, que num meio de adversidades, encontram maneiras de lutar, nem que seja apenas expondo suas opiniões e expondo-se a retaliações.


E nós, que temos liberdade de expressão, estamos calados, como se as mordaças estivessem em nossas bocas... Cadê a força dos brasileiros, que já fomos calados por tantos anos em ditaduras sucessivas? Cadê nosso grito de basta?


Será que nos falta amor pela nossa terra e orgulho do nosso povo?

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Salvem Britney Spears





Como faço todas as manhãs, fui ler hoje a Folha Online, bem no espírito natalino, e de todas as reportagens, a despeito da crise mundial, das desgraças causadas por enchentes e tudo o mais, o que mais me chamou atenção foi a reportagem sobre o Pai da Britney Spears. Aqui o link da reportagem.


Então. O papai ganhou um gordo aumento pra cuidar da filhinha desajustada, de 27 anos, mega famosa e rica, que ainda não cresceu... Ele cuida dos negócios dela e ainda ganha prêmios por tentar resgatar a doidinha de seus surtos pisicóticos...


Não queria fazer um ensaio sobre os valores morais de família, nem sobre a falência da nossa instituição maior. Depois que Kathleen Parker escreveu o livro Save the Males, ela que era uma feminista de carteirinha, justificando-se pela necessidade das crianças crescerem em lares estáveis com mãe e pai, e por isso os homens mereciam mais carinho da sociedade, acho que não vão me matar por eu achar essa história do pai da Britney uma grande palhaçada, mesmo eu sendo ferrenha defensora do "faça o que quiser com sua própria vida".


Não é papel de um pai cuidar da filha? Ele não devia protegê-la, amá-la, educá-la e cuidar para que ela crescesse com valores firmes?


Bom, tudo o que ele não fez por ela a vida toda, agora ele faz, em troca de um salário bem gordinho...


E enquanto isso, crianças morrem de fome, analfabetas, sem perspectivas de crescimento saudável, para se tornarem mais drogados, mais marginais e mais assassinos pelo mundo. O mundo em que nós vivemos.


E nós? Comeremos nossos Pirus e trocaremos nossos presentes, alienados, como se nada estivesse se passando. Como se a culpa não fosse nossa...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Fissura em ídolo: só a gente entende...

Existem determinantes para nossa personalidade e caráter.
E eles acontecem bem cedo, quando ainda somos crianças. São fatos que podem até ser considerados corriqueiros, ou grandes traumas, uma frase dita no momento certo, um beijo, um carinho, um tapa, um presente.

Eu era uma menina meiga, romântica, que brincava de barbies e sonhava com as princesas da Disney... Até que um belo dia caiu em minhas mãos um disco (eu sou da época do Long Play, claro) de capa azul, com o perfil de uma loira incrível...

Nem sei a quem pertencia o tal disco, coloquei na vitrola para tocar... Já na primeira faixa me identifiquei. Os acordes eram divertidos e a voz da loira não era lá tão elaborada, mas eu também não tinha nem idade nem cultura para ser tão exigente...

Só sei que comecei a dançar, a dançar, a dançar... e dancei até o disco acabar. Dias depois, eis que a loira aparece na sessão da tarde, numa reprise arrebatadora: Procura-se Susan Desesperadamente, produção de 1985, que também não é um grande filme, mas foi um sucesso de bilheteria.

O disco era True Blue, de 1986, terceiro álbum de Madonna.

Madonna nasceu em Agosto de 1958. Foi aluna exemplar na escola, QI acima da média e currículo irretocável. Começou a dançar aos quatorze anos, e não parou mais. Aprendeu a cantar, tocar, e interpretar. Passou as dificuldades financeiras de todo artista em início de carreira. Superou o que os críticos dos idos anos 80 chamaram de “ligeira falta de talento” com muito estilo e carisma. Estourou com sucesso atrás de sucesso e polêmicas apimentadas. Hoje é uma das personalidades mais conhecidas em todo o mundo e uma das artistas que mais faturou prêmios na história. Madonna se tornou mais que a “Rainha do Pop” ou ídolo do “Show Bis”, Madonna é formadora absoluta de opinião.


Hoje, a cinquentona continua imbatível.
Dona de um pique insuperável, em forma como ninguém, administra a carreira mais bem sucedida da história, como artista, escreve, dirige, produz, isso tudo sendo mãe de três!!! Não é só por que suas músicas surpreendem, com letras fortes, questionadoras e melodias deliciosamente dançantes. Madonna é o que toda mulher gostaria de ser: livre, desejada e poderosa!

Não estou lendo nada a respeito da turnê recente Sticky e Sweet Tour, pois quero ter minhas próprias impressões no show que assistirei dia 18/12 no estádio do Morumbi em São Paulo... Nem preciso dizer que estou contando os dias... Só um ídolo pode resgatar aquela euforia da infância, em que desejamos ser os donos do mundo, exatamente como eles... Têm algo de super herói... True blue, baby: I love You!!!

Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Madonna
http://www.madonna.com/
http://www.stickyandsweet.com.br/
http://www.madonnaonline.com.br/